quarta-feira, 11 de julho de 2012

Mobiliário urbano Duna por Ferpect



O mobiliário urbano é um equipamento que pode mudar o jeito que utilizamos, praças e espaços públicos.
Temos visto aqui pela nossa região, surgirem algumas praças com equipamentos para ginástica e playgrounds e esses lugares ao contrário do que geralmente acontece, tem sido bem utilizados pelos moradores das regiões em que estão inseridos.
Isso demonstra quão debilitado era nosso espaço público até então, geralmente abandonado e em algumas situações até marginalizados.
Basta um pouco de atitude e criatividade por parte dos órgãos públicos, e em alguns casos até com parceria da iniciativa privada para que mudemos essa realidade.







Esse exemplo de mobiliário urbano que vi no muuuz.com é bem interessante e poderia agregar valor no nosso espaço urbano. Segue a matéria:





Design de Mobiliário para a "Saúde Pública" mostrado na Bienal Street em La Defense.
Jérôme Aich, Jean-Christophe Dumont e Ferpect Periquito Sébastien imaginaram o mobiliário urbano coletivo multi-função "Dune".

Feito de pinho, acácia e tubo de aço lacado, essas estruturas que incorporam bancos e mesas também fornecem uma superfície inclinada em que o transeunte é convidado ao entretenimento. Feito em lâminas de pinho certificados, "Dune" também protege do vento e do sol.




Fotografias: Ferpect

terça-feira, 10 de julho de 2012

Loja de chá "The Gourmet Tea" por Alan Chu

Esse projeto para uma loja de chá é um belo exemplo de arquitetura comercial, como aproveitar um pequeno espaço e fazer dele uma loja criativa, prática e divertida.


Desenhado pelo arquiteto brasileiro Alan Chu a "The Gourmet Tea", no Shopping Cidade Jardim em São Paulo, quando está fechada não passa de um painel colorido que mais parece uma obra de arte em uma parede.
No entanto quando está para abrir, vira um brinquedo de montar, abre uma grande porta marrom que vira duas prateleiras para exposição de produtos, ergue outra porta cinza e puxa uma grande gaveta lilás e temos o balcão de atendimento completo e deslizando outra parte cinza temos mais uma grande prateleira de exposição. Por último mas não menos importante, escondida em uma pequena porta bege no alto temos o nome da loja.



Chu explica que o projeto da loja de chá foi inspirado na embalagem brilhante da marca de chás orgânicos que irá ter na loja. "A caixa de madeira colorida abre de muitas maneiras e o público cria uma atmosfera alegre e dinâmica em torno dela, se auto utilizando do design como uma ferramenta para proporcionar a experiência de marca certa", explica Chu.


vi no architizer.com

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Posto de combustível por Atelier SAD

Esse tipo de arquitetura comercial me agrada muito, pois faz algo que geralmente tem um projeto travado, formal e desinteressante obter uma forma leve e diferenciada, valorizando o espaço público com seu jeito de arte urbana, meio escultural.


Do site theinspirationgrid.com:
O estúdio Tcheco Atelier SAD projetou este posto de gasolina de aspecto futurista, na Eslováquia.
"A estrutura de concreto para a área de serviço dispõe de três colunas em forma de funil que sustentam um conjunto de discos curvos horizontais.
A iluminação direta é construída na superfície e se alinham na base dos discos de cobertura, exatamente no encontro das colunas com as bordas onduladas."










sexta-feira, 6 de julho de 2012

Fotos de David Stephenson

Hoje ao contrário de ontem...

Ontem pequenos espaços vistos de cima, veja aqui.
Hoje grandes tetos vistos de baixo.

Photography by David Stephenson

Clique na imagens para ampliar:


vi no 25thcenturyyy.com

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Pequenos espaços por Menno Aden

Através de ângulos de câmera desafiadores Menno Aden abstrai os ambientes de vida reais e interiores públicos mais conhecidos em modelos achatados e bidimensionais de escala. Uma câmera que o artista instala no teto de várias salas virada para baixo e faz fotos dos interiores. As imagens resultantes do espaço se transforma em composições que parecem montagem despida de qualquer tipo de objectividade. Os pontos de vista em casas particulares e retiros secretos trazem associações de observação de câmera onipresente. A noção de vigilância é sistematicamente jogado fora pelo artista para sugerir o desejo voyeurístico da sociedade que a cultura popular tornou comum.


vi no shockblast.net